Duas horas esperando pela polícia na praça


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Depois de ser vítima duas vezes de furto e sabendo do que ocorria nas lojas do Centro, o comerciante Gilmar Correa Andrade, 43, que possui um restaurante na Rua Major Claudiano, resolveu investir em alarmes, monitoramento e grades. O gasto com as medidas de segurança chega a R$ 5 mil. Andrade conta que, há poucos dias, o alarme que está ligado ao seu aparelho celular disparou por volta das 3 horas da madrugada. Ele levantou e, mesmo temeroso, foi até o restaurante. Chegando, ficou com medo de entrar e ter bandidos no interior. “Fiquei sentado na praça para ver quanto tempo levaria para aparecer uma viatura da polícia. Foram quase duas horas de espera”, disse Duarte, que só entrou no local, naquele dia, com o auxílio de policiais militares. “A sensação para quem tem loja no Centro é de insegurança. Tudo o que você faz, parece que é pouco para evitar os crimes”, desabafou.

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