Juntas, as cidades de Restinga, Cristais Paulista e São José da Bela Vista ganharão 450 casas populares este ano. Os pedidos foram feitos pessoalmente pelos prefeitos durante encontros com representantes da CDHU (Companhia para o Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo) e da Secretaria Estadual de Habitação. As unidades serão construídas pela CDHU em terrenos a serem repassados pelos municípios.
Hélio Kondo disse que o projeto prevê a construção de 50 unidades ainda este ano e as demais em 2010. As casas serão edificadas segundo o novo padrão com dois ou três dormitórios, aquecedor solar, piso frio e muradas. Cada unidade está calculada em R$ 30 mil. “Essa era uma reivindicação antiga da população. Com essas casas, o déficit habitacional da cidade, que hoje é de 150 casas, reduzirá bastante. Além dessas, vamos iniciar a construção de mais 40 unidades por meio do sistema financeiro de habitação da Caixa Econômica Federal”, disse.
Um levantamento feito pela prefeitura de Restinga revelou que mais de mil pessoas estão interessadas nas casas da CDHU. A previsão é que o município seja contemplado com 200 unidades. A prefeitura já dispõe de terreno para abrigar 70 imóveis, necessitando adquirir área para comportar o restante. A diretoria regional da CDHU deve vistoriar as áreas indicadas pelo município para analisar a viabilidade da construção do conjunto habitacional. Em Restinga, a previsão é que cada unidade tenha um custo de R$ 26 mil.
O prefeito de São José da Bela Vista, José Dito (PSDB), já escolheu o terreno onde construirá as 150 unidades. “A área fica ao lado do Jardim Primavera e custou R$ 230 mil”, disse. O terreno passará ainda por inspeção por técnicos da CDHU. As inscrições das famílias começarão após a aprovação do terreno.
MAIS CASAS
Em Batatais, a prefeitura está construindo 452 casas em parceria com a CDHU (Companhia de Desenvolvimento de Habitação Urbana). As unidades formarão o Conjunto Habitacional “Antônio Claret Dal Pícolo” e terão um custo de R$ 29 milhões. Os imóveis terão azulejos na cozinha, pisos de cerâmica em todos os cômodos, aquecedor solar, forração e muro de divisa entre os lotes. A proposta é proporcionar mais conforto e segurança aos futuros moradores, que aproveitam os fins de semana para visitar o canteiro de obras.
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