Para empregados, decisão foi um alívio


| Tempo de leitura: 1 min
CLIMA DE INCERTEZA - Tensos, funcionários da Carmen Steffens participam de assembleia realizada na porta da empresa, no Distrito Industrial, ontem pela manhã
CLIMA DE INCERTEZA - Tensos, funcionários da Carmen Steffens participam de assembleia realizada na porta da empresa, no Distrito Industrial, ontem pela manhã
Depois de três dias de tensão, funcionários da Carmen Steffens disseram estar mais aliviados com a notícia de que não haverá demissões na empresa na segunda-feira, 9. Mãe solteira, a chanfradeira Renata Fernanda Pordêncio, 29, disse que está mais aliviada e que conseguirá ter um fim de semana menos tenso. “Foi um alívio saber que não haverá demissões. Agora podemos ficar mais aliviados”. O principal temor dela era perder o emprego neste momento e não conseguir recolocação no mercado de trabalho. “Fico preocupada porque está muito difícil conseguir emprego hoje por causa da crise que está em todo lado”, disse. O também chanfrador Denílson Ferreira da Silva, 29, funcionário da Carmen Steffens há um ano, disse que votou a favor da redução de jornada de trabalho pensando no resultado que 300 demissões gerariam. “Mesmo que eu não fosse demitido, penso nos outros colegas. Há muitas famílias envolvidas nesta história. Se 300 funcionários fossem demitidos, seriam 300 famílias sem tal renda”, disse. A esperança dele, como a do empresário Mário Spaniol, dono da Carmen Steffens, é a recuperação do mercado nos próximos meses. “

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários