Inserir a comunidade


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Parece que as autoridades sempre procuram o caminho mais longo para resolver os problemas da população. Na área jurídica da Prefeitura existe, desde 2005, projeto de lei proposto pelos Conseg’s (Conselhos de segurança de bairros) para regulamentar o comércio de bens usados como desmanches, ferros-velhos, móveis e equipamentos. São estes comércios os maiores responsáveis pelos furtos e roubos que ocorrem no município. Onde os delinquentes vão vender as torneiras e fios de cobre? Há uma lei da Câmara, já aprovadam, mas mal formulada, portanto não praticável, que dá condição de fiscalização ao município, em conjunto com as polícias, a comércios do tipo. Por outro lado observa-se na matéria que muitos jovens invadem a escola para ‘jogar bola’. Se faz para algo que parece lícito, também o fará para ilícitos. Não seria mais fácil abrir as escolas nos finais de semana para a comunidade, de forma organizada e colaborativa? Se a comunidade não se sente parte do processo educacional é lógico que não fará nada para conter o vandalismo. E ainda é preciso lembrar que a região do Aeroporto, onde fica o Jardim Aviação é uma das células mais atuantes de uma facção criminosa do País. Alexandre César Lima Diniz Franca - SP

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