Justiça proibiu Lumini de funcionar


| Tempo de leitura: 1 min
Realizar eventos em um prédio sem as condições mínimas de segurança não foi tudo. Segundo o Ministério Público, uma liminar emitida pela 3ª Vara Cível de Franca proíbe a casa de receber shows devido à perturbação de sossego. A decisão se deu a partir de uma ação movida por moradores de um condomínio vizinho, que reclamavam do excesso de barulho no local. “Agora os responsáveis também vão responder por desobediência de ordem judicial”, afirmou Fernando de Andrade. Mateus Simei Sales, dono da Lumini, mora em Ribeirão Preto. Informado por celular pelo promotor sobre o fechamento da casa, pediu 35 minutos para chegar a Franca e ser notificado. Entrevistado pelo Comércio, procurou minimizar os problemas apontados pelas autoridades. “Toda a perícia que foi pedida pelo Poder Judiciário foi feita e é favorável à nossa empresa. A parte de acústica foi feita, a parte de sinalização foi feita. Só não fizemos a revisão dos bombeiros, mas já vamos marcar. O tenente (na verdade, capitão) Alexandre viu que está tudo organizado”. Sobre a falta de autorização para funcionar, o empresário disse que “está correndo o processo”. “A Prefeitura não pode dar o alvará mas eu não posso ficar parado. A casa está apta a funcionar, é totalmente segura. O bombeiro falou que só precisávamos ter pedido a revisão, que venceu”.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários