As supostas irregularidades cometidas por Sidnei Rocha (PSDB) durante a campanha eleitoral do ano passado não devem render maiores dores de cabeça ao prefeito de Franca. Apesar da coligação “A Vontade do Povo”, liderada pelo então candidato Gilson Pelizaro (PT), ter pedido a cassação do tucano, a PRE (Procuradoria Regional Eleitoral) entende que o caso seria de apenas uma multa. O valor não foi definido.
Em outubro do ano passado, a coligação de Pelizaro entrou com ação na Justiça Eleitoral acusando Rocha de usar servidores públicos do serviço de ambulâncias - conhecidos como laranjinhas - durante a campanha. Pedia a cassação da candidatura. A ação foi indeferida em Franca e a coligação recorreu ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral). Informada a respeito, a Procuradoria pediu a aplicação de uma multa. Como isso não ocorreu, a PRE recursou ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ainda não há uma decisão a respeito.
Há outros dois processos no TSE movidos contra o prefeito pela coligação do petista. Um pela acusação de que o tucano fez propaganda institucional em proveito próprio em veículos públicos e outro por usar o depoimento de uma servidora da área de Saúde durante o horário eleitoral gratuito. A mulher estaria em seu horário de trabalho. Em ambos os casos, foi pedida - sem sucesso - a cassação da candidatura. Procurado ontem para comentar as acusações, Rocha disse, por meio de assessores, que não vai falar sobre o assunto.
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