No dia 17 de dezembro, Mansur Jorge Said Filho teria agredido, a socos e garrafadas, o também advogado AMA, 28. A briga teria ocorrido em um posto de gasolina e iniciada por motivos banais.
Um mês após a briga, quando o caso ganhou publicidade pelo Comércio, o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) reconheceu as agressões, mas disse que agiu em legítima defesa.
AMA sofreu um corte no ombro direito e teve de ser atendido na Santa Casa de Franca. Um Termo Circunstanciado de lesão corporal dolosa foi registrado no 4º DP.
A confusão aconteceu após uma confraternização entre advogados realizada na sede da OAB, na Avenida Major Nicácio. Mansur e AMA já tinham se estranhado na festa - porque o segundo havia subido ao palco para tocar violão, o que teria irritado Mansur. Pouco depois, encontraram-se no posto de combustíveis e discutiram. "Ele começou a me desacatar e dizer que eu era ignorante. Disse que deveria ter me mandado ir embora da festa.
Perguntou se eu sabia com quem estava falando e me deu um murro no peito. Foi quando começamos a brigar", afirmou AMA.
Ainda de acordo com AMA, Mansur teria se armado com uma garrafa de cerveja e partido para cima dele. "Ele veio para acertar meu rosto e meu pescoço. Só deu tempo de desviar com uma mão.
Mansur deu outra versão. Disse que foi agredido e que, depois, reagiu. "Levei um soco na cara e caí. Levei um chute na cabeça. A única maneira de contê-lo, já que se trata de um homem forte, foi com a garrafada. Ele poderia ter machucado outras pessoas”, afirmou à época.
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