Morte de Daniel abala toda a família Cintra


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Os fins de semana costumam ser de festa na Fazenda São Sebastião, em Claraval. Todos os domingos, dezenas de pessoas se reúnem para almoçar, nadar e jogar bola. Anteontem, não foi diferente. Havia pelo menos 50 pessoas. A propriedade pertence a Manoel e Salvina Cintra, avós maternos de Daniel. O casal tem dez filhos e 46 netos, todos com forte ligação com Franca. O pai de Daniel, José Teodoro Cintra, é dono de uma fábrica de calçados no Jardim Petráglia. A morte do menino abalou a família. Para o agricultor Paulo Donizete Cintra, tio de Daniel, foi uma grande fatalidade. “Não dá para acreditar que ele passou no meio de tanta gente e caiu na piscina sem que ninguém visse. Todos tinham o maior cuidado com ele e sempre havia alguém por perto”. Outro tio da criança, Nélson Aparecido Cintra, também estava inconformado. “Não tinha como ele cair e ninguém ver. A gente sempre tem o maior cuidado”, disse, para completar. “Quando chega a hora não tem jeito. Deus sabe o momento”. Nélson afirmou que a criança foi o centro das atenções no domingo. Pouco antes de se afogar, brincava no tanquinho da varanda e jogava água nos familiares. “Estava feliz e sorrindo muito (...). Tenho certeza que ele está junto de Deus, pois é um anjo, uma criança sem maldade”.

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