Neste domingo, o jornalista Corrêa Neves Júnior, também diretor-responsável do Comércio da Franca, levantou à tona um debate pertinente: é favorável que tudo (ou pelo menos grande parte do) que é produzido no campo da comunicação, sejam fotos, vídeos, filmes, textos ou músicas, seja disponibilizado de graça pela internet?
Até que ponto a "democratização da informação" pode existir, retirando os intermediários que distribuem as obras midiáticas para que cheguem até nós de forma paga?
E, se não há forma de barrar os downloads, como sobreviver sem o retorno financeiro direto? Você conhece outras formas de remuneração não tradicionais?
Deixe aqui sua opinião, dizendo também se é a favor ou contra baixar tudo aquilo que se deseja de graça pela internet.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.