Briga em bar acaba em esfaqueamento


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O que era para ser uma noite de confraternização entre três amigos acabou em confusão, briga e uma pessoa esfaqueada. A ocorrência foi registrada na madrugada de ontem, pouco depois de 0h30, em um bar na Rua Francisco Marques, Vila Raycos. O sapateiro FJSN, 30, morador no Parque Vicente Leporace III, se juntou ao açougueiro MLP, 27, residente no Jardim Santa Efigênia, e ao mecânico CASR, 30, que tem residência fixa na Vila Resende, para beber, comer e se divertir no estabelecimento da Raycos. A noite de confraternização entre os amigos começou no início da noite de sexta-feira e a confusão foi estabelecida quando o sapateiro de 30 anos se levantou para ir ao caixa pedir a soma da conta, que deveria ser dividida entre os três. O açougueiro de 27 anos, neste momento, acusou o sapateiro de ter furtado R$ 50 que estariam na sua camisa. Houve bate-boca e os dois entraram em luta corporal - o mecânico de 30 anos teria tomado partido do sapateiro e se envolvido na briga contra o açougueiro. A turma do “deixa disso” entrou em ação, conseguiu separar os três e o açougueiro deixou o bar sem pagar sua parte da conta. O sapateiro FJSN e o mecânico CASR resolveram tomar a “saideira” e quando comentavam sobre o que havia ocorrido minutos antes, foram surpreendidos pela presença do açougueiro, que retornou ao bar. Ao se aproximar do sapateiro, MLP sacou uma faca que carregava na cintura e acertou um golpe na perna direita do mesmo, provocando um corte profundo. Os três amigos entraram em luta corporal pela segunda vez. Policiais foram acionados e, chegando ao estabelecimento, se depararam com os três se “atracando”. O autor da facada e os outros dois envolvidos foram detidos. Socorrido até o Pronto-socorro “Doutor Janjão”, o sapateiro ferido foi medicado e liberado. Os amigos foram conduzidos ao Plantão, onde o açougueiro reafirmou as acusações dizendo que o sapateiro havia furtado seu dinheiro. A denúncia foi negada pelo acusado, que apontou o mecânico como testemunha. A ocorrência foi registrada como lesão corporal e as partes liberadas.

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