Pacote Franca/Rio de Janeiro, com transporte rodoviário mais hospedagem: R$ 1,2 mil. Lata de cerveja no sambódromo da Marquês de Sapucaí: R$ 3,5. X-burguer na lanchonete oficial: R$ 7. Almofada do camelô para se sentar: R$ 5. Leque para espantar o calor: R$ 1. Conferir, ao vivo, as razões que levaram a Acadêmicos do Salgueiro a ganhar o Carnaval do Rio de Janeiro: não tem preço.
A brincadeira pode até ser comum, mas esse é o sentimento que predomina em um grupo de 30 francanos que deixou a cidade na sexta-feira de Carnaval, dia 20, para acompanhar os desfiles das escolas de samba cariocas.
Crianças, solteiros, jovens, amigos, idosos, família. Uma turma heterogênea, com muita diversidade de idades, profissões e hábitos, mas a paixão comum pelo “maior espetáculo da Terra” e pela “cidade maravilhosa”. “Vai muita gente solteira, mas também há muitos casais. Há desde crianças a pessoas com 25 a 70 anos.
Ao mesmo tempo que tinha industriais, no grupo estavam também pessoas mais humildes que juntaram dinheiro para realizar um sonho”, afirmou o empresário Marcelo Pedro Souza, da Nena Turismo.
Entre as mais animadas do grupo estava a empresária Eliana Garrocini, para quem o único contratempo foi, justamente, o tempo. Ou melhor, a falta dele, uma vez que ela faz de tudo para aproveitar ao máximo a folia carnavalesca. Além de assistir aos dois dias dos desfiles das escolas de samba do Grupo Especial, ela participou também do tradicional baile de Carnaval do Copacabana Palace. “Os convites começam a ser vendidos em dezembro do ano anterior e custam entre R$ 1.000 e R$ 3.500. A decoração foi linda demais. O traje exigido é sempre black tie.
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São servidos todos os tipos de comidas, todos os tipos de doce”.
Eliana, que diz não ser adepta do trio praia, sol e mar, afirmou que se trata de uma viagem recomendável para os mais variados tipos de turistas. “Não sou muito fã de praia, mas amo aquela cidade. Ando para todos os lados tranquilamente. É um passeio saudável, muito gostoso e o Rio não é perigoso como costumam dizer”.
Em meio a tantas belezas naturais e tantos atrativos turísticos, o maior destaque, para Eliana, estava mesmo na Marquês de Sapucaí. “O desfile do Salgueiro foi o melhor. Sabia que iriam ganhar desde a hora que começou. Sempre gosto muito da Beija-flor, mas logo vi que este ano ela não ganharia”, disse a empresária, que, junto com o grupo, retornou a Franca na Quarta-Feira de Cinzas.
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