Secretário pede ajuda para a população


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A Prefeitura alega que a Escola "Paulo Freire" faz parte da rota de patrulhamento da Guarda Civil Municipal e que, constantemente, viaturas da corporação passam pela unidade. O problema seria o elevado número de próprios a serem visitados por um efetivo de apenas 60 guardas que, além das escolas, têm de efetuar rondas em praças, unidades básicas de saúde, prontos-socorros, entre outros prédios pertencentes ao poder público. O secretário de Segurança e Cidadania de Franca, Sérgio Buranelli, disse que, invariavelmente, quando os atos criminosos ou de vandalismo são descobertos, os autores já deixaram o local. "Nem a polícia consegue flagrar. É preciso que a população denuncie pelos fones 153 ou 3724-1033 que a Guarda vai na hora para o local", afirmou. Buranelli disse, ainda, que a população vizinha à escola precisa ajudar a conservar o prédio e evitar as invasões por marginais. "Os moradores têm de colaborar, pois são os maiores beneficiados. Cada conserto onera o município. Não é só o poder público que tem que tomar conta", disse. Uma medida que, segundo Buranelli, a Prefeitura poderá adotar - mas ainda não tem data para acontecer - é a substituição da tela de arame que cerca a escola por um muro com espirais de arame farpado, a exemplo do que foi feito em vários próprios municipais. "O prefeito está priorizando a segurança das crianças, mas depende da disponibilidade de verba. Esta é uma medida que, sem dúvida, inibe, porque o malandro não quer se ferir. Quer sair numa boa", disse o secretário.

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