Até a manhã de ontem, queixas de moradores que não viram a presença da administração nas ruas após tanto estrago ainda eram muitas. Mesmo bombeiros e policiais que trabalharam reclamaram da falta de estrutura para fazer frente ao problema.
O Comércio tentou pelo menos cinco vezes durante todo o dia falar com os secretários Ismar Tavares, de Serviços e Meio Ambiente, e Valéria Marson, de Urbanismo e Habitação, para saber das providências que a Prefeitura tomaria. Seus telefones não atenderem.
Ontem pela manhã, o secretário de Ação Social, Roberto Nunes Rocha, disse que equipes municipais estão trabalhando desde a noite de domingo no apoio a moradores e na proteção de equipamentos próprios da Prefeitura que também foram atingidos.
Citou o Cras (Centro de Referência de Assistência Social) e a biblioteca comunitária do Leporace como os mais atingidos.
“A Prefeitura está fazendo reparos e encaminhamentos de urgência. Daremos apoio às famílias que foram atingidas, porque essa é a obrigação do poder público”, disse o secretário.
Após conhecer, pelo jornal, o caso da sapateira Maria Aparecida, Rocha disse que situações semelhantes serão analisadas. “Quem quiser pode procurar o Cras de seu bairro para apresentar suas necessidades. Analisaremos todos os casos”.
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