A polícia de Franca inicia nesta quarta-feira as investigações para apurar as mortes de duas mulheres. Ambas foram encontradas sem vida depois de serem dadas como desaparecidas pelos familiares.
A primeira mulher foi encontrada morta no início da noite de domingo, em uma mata às margens da Avenida César Martins Pirajá, na divisa entre os Jardins Aeroporto I e Aeroporto III, próximo à Igreja Santana. Acionados por populares, policiais militares estiveram no local indicado. O corpo estava caído sobre um pequeno monte de entulho.
Com base nas informações de populares, os policiais identificaram que se tratava da lavradora Maria dos Anjos, 51, moradora no Aeroporto III. Seu marido foi localizado e reconheceu o corpo.
Disse que era casado com Maria há mais de 30 anos e que tiveram dez filhos, mas que a mulher vinha enfrentando problemas com o alcoolismo. “Ela saía de casa e ficava dias fora”, disse o lavrador GRPS, 56, que completou. “Quando a gente descobria onde estava, ia buscar”, relatou o marido.
De acordo com a delegada Graciela Ambrósio, que estava de plantão e foi até o local, aparentemente houve morte natural. “Não há sinais de violência, mas vamos aguardar o laudo médico para saber o que causou”, disse.
JARDIM FRANCANO
No início da tarde de quarta-feira, a aposentada Célia Zucolo de Morais, 57, foi localizada morta, já em estado de decomposição, no interior de sua moradia, na Avenida Paulino Pucci, Jardim Francano.
Vizinhos e parentes - que não a viam há quase uma semana - resolveram acionar a polícia depois de ir até a casa e notar que todas as portas e janelas estavam trancadas, além de sentir um cheiro forte no interior do imóvel. Bombeiros estiveram no endereço, arrombaram a porta e encontraram o cadáver. Um irmão de Célia informou que ela tinha diabetes, problemas cardíacos, pulmonares e fumava muito.
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