Pedreiro mantém família refém durante nove horas


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O pedreiro HJR, 35, morador no Jardim Portinari, foi acusado de manter familiares como reféns entre as 23 horas de sexta-feira e o início da manhã de sábado. A polícia só foi comunicada por volta das 8 horas. Segundo familiares, HJR chegou à residência da mãe, a dona de casa EMR, 57, armado com um revólver, para "acertar contas" com o irmão, sapateiro NJO, 24, que estaria saindo com sua ex-mulher. Na moradia ainda estavam a irmã, a sapateira NJB, 26, e seu noivo, o aluno da escola de soldados da Polícia Militar AMN, 22, do Jardim Pinheiros. As quatro vítimas se refugiaram em um dos quartos da casa. HJR ameaçava quebrar a porta com um machado. A "tortura" teria se prolongado por toda a noite e terminado somente nas primeiras horas da manhã, depois que o eletricista MAPS, 34, conhecido de HJR, passou pelo local e o levou embora de lá. A sapateira EMR, 31, irmã do acusado, que também reside no Jardim Portinari e chegou na casa, acionou a Polícia Militar e denunciou o pedreiro, que foi localizado em sua residência. No local foi encontrada uma pedra de crack. No Plantão Policial, HJR foi autuado em flagrante delito com base na lei "Maria da Penha". Como não tinha dinheiro para recolher a fiança arbitrada pelo delegado, foi conduzido à cadeia do Jardim Guanabara.

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