Estudantes adotam soluções variadas


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Uma das saídas para tentar melhorar a qualidade do que se come é fechar uma parceria com amigos para fazer refeições em um restaurante e ter a chance de baratear o preço. Kaio Vinícius Pedroso de Andrade, 21, estudante do 3º ano de Ciências da Computação adotou solução parecida. Desde 2006 em Franca, ele mora no Parque Progresso e é avesso às panelas. Ele e seu irmão se alimentam diariamente com marmita. São R$ 10 por dia e R$ 150 por mês para cada um. E o preço, para eles, compensa. "No 1º ano morei em uma república. Nós cozinhávamos, mas ninguém queria lavar a louça. Marmita é mais fácil", afirmou sem pestanejar. Fazer as refeições no restaurante da faculdade foi a decisão tomada por Domênico Rodrigues Jorge, 23, aluno de História. “Em casa não comia feijão. Salada era difícil. Aqui aprendi a comer”, afirmou. Tentar por meio do Diretório Acadêmico ou o Centro Acadêmico brigar por este serviço é uma briga que pode compensar. "Um restaurante nesses moldes, sem dúvida, seria o ideal para todos", analisa a nutricionista Isabel Pini.

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