Família se opôs ao trabalho da polícia


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Além de responder por homicídio culposo, o cabeleireiro ECC, que aplicou o silicone industrial no travesti Robson Chagas, deve responder também por crime contra a saúde pública. “Estou estudando a possibilidade de enquadrar o acusado nos dois crimes”, revelou o delegado Hélder Rodrigues. A maior dificuldade da polícia foi obter informações que levassem ao autor das aplicações. Segundo o delegado, a família da vítima foi a primeira a se opor às investigações. “A nossa persistência e, principalmente, o empenho do investigador Edinho foi maior do que qualquer obstáculo que surgiu”, disse Rodrigues. O cabeleireiro acusado mora com outros três travestis no Jardim Guanabara. Ele não admitiu, de imediato, que fosse o responsável. “Sentado na minha frente, pedi que ele colocasse a mão na consciência e falasse o que sabia. Ele começou a chorar e contou com detalhes tudo o que ocorreu”. Rodrigues tem 30 dias para concluir o inquérito. Para ele, não há dúvidas de que somente o cabeleireiro fez a aplicação. No entanto, o 5º DP dará prosseguimento às investigações para identificar outras pessoas envolvidas com aplicação de silicone. “Queremos conscientizar estas pessoas e coibir esta prática ilegal”, declarou o delegado.

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