No dia 4 de março de 2008, presos se rebelaram, incendiaram as dependências da cadeia e mantiveram um carcereiro como refém. O presídio abrigava 475 criminosos na hora da confusão. Cinco celas foram totalmente danificadas pelo fogo.
Nos dias seguintes, 192 detentos foram transferidos para penitenciárias do interior. O Ministério Público pediu o esvaziamento pela metade. A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) constatou que o prédio representa riscos para os presos.
Um ano depois, a situação se agravou ainda mais. “A cadeia não comporta mais a demanda. Precisamos com urgência do CDP”, comentou o delegado Wanir José da Silveira Júnior, chefe do Setor de Inteligência.
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