Balada universitária


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Quem acompanha o Se Liga já sabe que essa semana será inteirinha dedicada aos bixos universitários. Na tentativa de acompa nhar até a agenda dessa turma, o tema do dia desta página sofreu uma alteração. As quartas-feiras, tradicionalmente, são reservadas para o assunto “Profissões”. Mas hoje vamos de “Baladas”, normalmente reservadas para as sextas. É porque, diferente do que ocorre em outras tribos, a quarta-feira é o dia forte das festas universitárias. Na medida que o final de semana se aproxima, muitos universitários - vindos de outras cidades - voltam para passar o sábado e domingo na casa da família. Assim, as festas são feitas antes que as repúblicas fiquem vazias. É verdade que nesse começo de ano as baladas acontecem de forma mais tímida. Nem todo mundo está no pique e a Unesp de Franca só inicia suas atividades no próximo dia 9. Mesmo assim, a quarta-feira não passará em branco. Na república Xakrinha, com seis anos de existência, os alunos da Faculdade de Direito promoverão hoje a primeira festa do ano. "Tem Carnaval e vamos fazer (uma balada) de menor proporção na quarta-feira (hoje). Tem muita gente indo embora na quinta (amanhã)", disse o aluno do 2º ano da FDF, Ivan Pinheiro de Figueiredo, 19. A VIII Quebradera deve reunir dezenas de pessoas. Guilherme Esper, 21, aluno de Medicina Veterinária e morador há um ano da república Cachorro Latiu - a mais conhecida da cidade - reforça as razões pelas quais as festas ocorrem no meio da semana. "Normalmente muita gente vai embora para casa depois da aula da sexta-feira". A república, que completará dez anos de existência em abril, antecipou ainda mais seu “ca lendário” e já garantiu um agito na noite de ontem mesmo. Quem perdeu não precisa ficar triste. Ainda vão rolar grandes festas univeristárias até o fim do ano. O Velório do Carneiro e a de comemoração de aniversário da Cachorro Latiu são duas delas. A festa da Publicidade, a Cafa, a Drink no Infernu e a “Zé Porcão no rolete” também estão na lista. No caso da Drink no Infernu, apesar do nome, há um certo cuidado com exa geros: "Como estamos no Centro, tentamos não extrapolar para evitar problemas com os vizinhos por causa do barulho", disse Caio Ferraro, 22, aluno do 4º ano de História. Na casa que abriga a moradia, que tem até porão, a festa chega a reunir 500 pessoas. Essa festa e a do Zé Porcão rolam no sábado. Segundo Caio, as festas menores, para até cem pessoas, são as que rolam durante a semana. Para saber quando acontece uma balada é preciso se informar por panfletos na rua, murais, outras repúblicas ou em comunidades no Orkut. Veja algumas no quadro abaixo.

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