Moradores reclamam de invasão de mosquitos


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<img class="alignnone" title="dengue" src="http://www.vesoloski.eti.br/blog/uploaded_images/Mosquito_da_dengue_Aedes_Aegypt-776999.jpg" alt="" width="240" height="175" /> Os moradores da Rua Padre Osvaldo Pinto Moreira, no Residencial São Tomaz, têm recebido diariamente uma visita nada agradável em suas residências. Eles reclamam que, há dois meses, é constante a presença de inúmeros pernilongos - prováveis mosquitos Aedes aegipty, transmissores da dengue - no local. Na cozinha, na sala, nos quartos e até na garagem dentro dos carros, eles estão presentes. Desde o início de dezembro, a rotina da dona de casa Alessandra Cristina Feliciano tem sido proteger os filhos, de 6 e 11 anos, contra as picadas de mosquito. Ela já perdeu as contas de quanto gastou com a compra de venenos e repelentes. “Não há veneno que os segure. É uma invasão. Eles aparecem principalmente durante o dia. É uma situação incontrolável”. Para tentar solucionar o problema da proliferação dos mosquitos, Alessandra acionou a vigilância sanitária três vezes. “Desde dezembro, estou pedindo a presença deles aqui. Mas só depois que meu marido passou mal com sintomas de dengue é que eles apareceram e agora ficaram de nos dar uma resposta”. Os moradores não sabem explicar de onde os mosquitos estão vindo. “Não sei de onde eles surgiram. Só que tomam conta de tudo. São um inferno”, disse a moradora Valdirene Alves dos Reis. O chefe da Vigilância Sanitária, Fernando Baldochi, disse que uma equipe deve fazer uma varredura na rua. Se houver alguma confirmação da presença do Aedes aegipty no local, será realizado um trabalho de bloqueio nos 500 metros próximos do local. “Agora com a volta das chuvas, a época é propícia para a proliferação. A principal prevenção deve ser feita pelos próprios moradores”.

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