Depois que o aposentado José Comparini Sobrinho, 84, teve a perna esquerda decepada em um atropelamento na última quinta-feira, os comerciantes e moradores da Avenida Doutor Ismael Alonso y Alonso se reuniram com representantes da Secretaria Municipal de Segurança para pedir mais segurança no local.
Eles exigiram a instalação de um semáforo e deram o prazo de 15 dias para a realização da obra sob ameaça de novos protestos, como o realizado na mesma avenida no dia do acidente. "Ninguém respeita as placas de sinalização e um semáforo pode controlar os motoristas e evitar os acidentes", disse Marcos Roberto de Lima, que trabalha numa empresa na avenida.
Entre os anos de 2001 a 2008 foram registrados 64 ocorrências no local. O secretário de Segurança, Sérgio Buranelli, prometeu enviar funcionários ao local para fazer um levantamento técnico sobre a necessidade do equipamento. "Eles vão contabilizar o número de pedestres, carros, motos e saber os horários de maior movimento".
Depois disso, técnicos e engenheiros analisarão se é viável a instalação do semáforo na avenida. Se instalado, o novo semáforo custará aos gastos da Prefeitura aproximadamente R$ 60 mil.
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