Ao deixar a sede da Associação Atlética Francana, no início da tarde de ontem, o agora ex-treinador do clube da Rua Simão Caleiro, Edson Boaro, concedeu uma rápida entrevista ao repórter Marcos Silva, da Difusora. Ele explicou os motivos que o levaram a deixar a Veterana e ir para o São Bernardo.
O principal deles foi o contrato de quatro anos, oferecido a ele e ao ex-gerente de futebol esmeraldino, Juninho Fonseca. "O que me seduziu foi esse contrato de quatro anos. É um projeto de longo prazo que me interessou", disse.
Outra explicação dada por Boaro foi a possibilidade de trabalhar próximo a seus familiares, que moram - coincidentemente - em São Bernardo do Campo, cidade de seu novo clube. "Poder trabalhar próximo à minha família pesou muito em minha decisão. Estou há dez anos atuando como técnico de futebol e esta vida praticamente impede um planejamento familiar. O emocional influenciou muito", afirmou.
O ex-jogador ressaltou que o projeto oferecido pelo São Bernardo é de reestruturação das categorias de base - onde Boaro trabalhou a maior parte da sua carreira como técnico. "Não é um projeto pequeno. Eu só sairia da Francana por um projeto desses", disse.
Tal como um comandante que abandona o barco - antes mesmo de ter certeza de que ele vai naufragar -, Boaro declarou que a Francana tem condições de chegar ao objetivo principal, ou seja, retornar à Segunda Divisão. "Espero que a Francana possa se fortalecer para conseguir o acesso", finalizou.
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