Consciência!


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É difícil qualificar uma pessoa que joga lixo em terrenos baldios e calçadas. Mal-educada é elogio! Falta de urbanidade? Quem faz isso não sabe o que significa isso! A questão é cultural e não está ligada à condição socioeconômica de quem assim age. Quantas vezes vemos pessoas em carros importados jogando pela janela bitucas, papéis, cascas de frutas, sacolas e garrafas plásticas... Há dois caminhos: educar as crianças e punir os adultos. Se a Prefeitura não faz, deveria fazer - ou sugerir que as escolas o façam - um trabalho para conscientizar os alunos do ensino fundamental sobre noções básicas de convívio social civilizado, proteção ao meio ambiente, etc. Para os adultos, em geral os infratores, punição severa de acordo com a competência municipal e, se for o caso, denúncia por crime ambiental no âmbito estadual. A população deve colaborar não só encaminhando devidamente o lixo como também denunciando. Se for veículo, basta anotar o número das placas e ligar para a Prefeitura. Se forem carroças - como se presume sejam os casos mais recorrentes - o que fazer? Antes de tudo, perguntar: por que a Prefeitura ainda não emplacou as carroças da cidade? Não dá para anotar a marca do quadrúpede ou fazer um retrato-falado do condutor!!! A questão é que, nesses casos, é impossível conseguir um flagrante. Quem vai ao local da denúncia? A Guarda Municipal? Quanto tempo leva? E se for à noite? Senhores vereadores, especialistas em menções honrosas, títulos de cidadania e denominação de logradouros públicos, que tal a iniciativa de leis que possam minimizar esse problema? E quanto ao lixo reciclável, que tal fazer algo para ajudar as pessoas que vivem da coleta desses materiais? Nesse momento de desemprego há muita gente vivendo disso! José Antônio da Silva Franca - SP

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