Aproximadamente 110 mil procedimentos são realizados todos os meses nas 14 UBSs de Franca. Não são só consultas, mas também atendimentos pré e pós-consulta, curativos e medicação que exigem profissionais especializados, equipamentos e estrutura.
Para o secretário de Saúde, Alexandre Ferreira, se forem levadas em consideração todas as etapas do atendimento, o crescimento da demanda beira 25%. “Sabemos que cada consulta realizada envolve, em média, outras três ações e que, até o meio do ano que vem, teremos que reavaliar toda nossa estrutura. Nossa principal preocupação hoje é com a contratação imediata de 11 novos médicos.”
No NGA (Núcleo de Gestão Assistencial), os reflexos da crise são esperados daqui a quatro ou cinco meses. “É uma segunda instância de atendimento. Boa parte das consultas realizadas atualmente já estava agendada antes do aumento da demanda”, explicou Ferreira.
Quanto aos custos de manutenção do serviço, para o secretário, não há dúvidas de que devem aumentar proporcionalmente, mas ainda não há estudos sobre valores. “O gasto com pessoal saberei na hora por causa da folha de pagamento. Mas o que a gente gasta com medicação, por exemplo, só saberemos no final do ano, quando acabar o estoque das compras que fizemos para o ano inteiro”, disse.
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