Termina, no próximo dia 14, à meia-noite, o horário de verão. Desde o dia 19 de outubro do ano passado, os relógios foram adiantados em uma hora. Nesta edição, foram 119 dias de vigência. Agora ocorrerá o processo contrário: os relógios deverão ser atrasados em uma hora. A medida vale para o Distrito Federal e outros dez Estados, inclusive São Paulo.
A previsão para o horário de verão ainda em vigor era de uma redução de 4% a 5% na demanda de energia no horário de pico. Isso geraria uma economia de 2,3 mil MW, o que equivale ao consumo de uma cidade de 6,5 milhões de habitantes.
A CPFL Paulista, responsável pelo fornecimento de energia na região, estima que esta edição proporcionou uma redução da ordem de 0,8% no consumo de energia elétrica nas 234 cidades atendidas e ainda uma diminuição de 1,4% na demanda por energia no horário mais crítico (das 18 às 21 horas).
O horário de verão foi adotado pela primeira vez no Brasil em 1931, com duração de cinco meses. Até 1967, a mudança no horário ocorreu nove vezes. Desde 1985, no entanto, a medida vem sendo adotada todos os anos sem interrupções.
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