A partir da próxima quarta-feira, a estreia do pivô norte-americano Sylvester Morgan no Vivo/Franca Basquete não dependerá mais de trâmites burocráticos. Apenas do departamento médico do clube. Isto porque a última etapa necessária - a obtenção do visto de trabalho no Brasil - já estará concluída.
De posse do contrato assinado com o basquete francano, o jogador viajará, na próxima segunda-feira à tarde, para Ciudad Del Este, no Paraguai. Na localidade, solicitará a autorização de permanência no Brasil junto ao consulado do País.
Morgan será acompanhado por Rosalvo de Almeida, que já foi diretor do Franca Basquete e conhece o procedimento. Há anos, ele o realiza para o clube francano por ocasião de contratação de estrangeiros. Segundo Almeida, o processo é simples.
"Basta ele ir ao consulado brasileiro mais próximo, que é no Paraguai, e solicitar o visto de trabalho para atleta profissional", disse. O jogador deverá justificar o motivo de sua permanência no Brasil, exibindo uma cópia do contrato de trabalho. Em seguida, recolherá uma taxa de R$ 17, terá o seu passaporte carimbado e poderá voltar a Franca.
Os valores gastos na obtenção do visto não foram informados pelo Franca Basquete. "A taxa de emissão do visto é barata. O mais caro mesmo é a viagem", comentou Rosalvo. O retorno de Sylvester Morgan e Rosalvo Almeida a Franca está previsto para quarta-feira.
O contrato do jogador com o clube francano tem validade até o final do Campeonato Nacional, com possibilidade de ser prorrogado. O valor do salário não foi revelado.
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