Fazer parte do grupo de diplomatas brasileiros requer dedicação e paciência, além de curso superior completo e domínio de inglês, espanhol e francês. O concurso do Instituto Rio Branco acontece em quatro fases. São provas objetivas e dissertativas que testam o conhecimento dos candidatos em português, história, geografia, política internacional, inglês, economia e direito internacional. Na última fase os candidatos são submetidos a testes de espanhol e francês.
Além de se destacarem diante dos concorrentes, os candidatos precisam atingir as notas de corte mínimas, que este ano correspondem a 40% (1ª fase) e 60% (2ª e 3ª fases). Como o concurso é realizado pelo Cespe, cada questão errada - com valor de 1 ponto - representa desconto na nota de 0,20 e 0,25 ponto.
Pensando nesse público que almeja ocupar as cadeiras do Itamaraty, Rosângela Ueda, diretora e proprietária da Ueda Cursos Jurídicos/Rede LFG de ensino, lançou um curso específico para carreiras diplomáticas que ainda está com as inscrições abertas.
São dois módulos compostos por 12 disciplinas que totalizam 648 horas distribuídas em dois semestres. As aulas acontecem diariamente das 14 às 17h15 e a mensalidade é de R$ 265. Ao final do curso o estudante recebe um certificado de extensão universitário reconhecido pelo MEC.
Sem revelar números, Ueda está otimista quanto à procura pela novidade, principalmente por parte de formados em Relações Internacionais e Comércio Exterior. “O candidato que pretende exercer atividades diplomáticas precisa ter a consciência da responsabilidade de representar o Brasil em âmbito internacional, além de se manter constantemente atualizado em relação às notícias do Brasil e do mundo”, afirma.
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