CJO conhecia a estudante Lílian Arias há mais de três anos. O desempregado morava com a mãe no Jardim Paulistano, mas constantemente se hospedava na residência do primo José de Souza, padrasto da vítima. O desempregado chegou a passar um ano em Delfinópolis (MG) no rancho onde morava a família de Lílian.
Souza disse que o relacionamento entre a garota e CJO era bom. “Os dois brincavam, jogavam videogame juntos e assistiam filmes. Minha esposa (Cleuza Rosa, mãe da estudante) o considerava como filho”, disse.
O caseiro disse que jamais desconfiou das intenções do primo, mas que, mesmo assim, levava Lílian para onde fosse. Ontem, o casal deixou a adolescente sozinha com CJO para que se arrumasse, pois ainda pela manhã sairiam juntos para fazer compras. A família chegou a tomar o café da manhã reunida antes do crime.
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