Competições geram lucro a todos os participantes


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Engana-se quem pensa que não dá trabalho organizar campeonatos de chacrobol em Franca. Há um planejamento por trás para que o orçamento não saia dos eixos. Para marcar presença nas quatro linhas cada equipe desembolsa R$ 200 de inscrição, como aconteceu no Vera Cruz. O clube também paga outros R$ 20 por semana jogada. Este dinheiro vai para o "árbitro profissional", que ganha R$ 40 em partidas normais e R$ 100 nas semifinais e finais. Para os dois confrontos finais do torneio no Vera Cruz foi escalado Marcelo Ribeiro como juiz. O dinheiro obtido também ajuda na manutenção do campo e na compra dos prêmios a que os quatro melhores colocados têm direito. A premiação é com troféu de dois metros de altura, medalhas e R$ 500 para o campeão. O segundo, terceiro e quarto lugares, os valores caem para R$ 300, R$ 200 e R$ 100, respectivamente. Já os times possuem empresas patrocinadoras. A identificação com a comunidade ajuda quando o assunto é obter dinheiro em supermercados, fábricas de calçados, farmácias, clínicas veterinárias. No geral, são elas que pagam a confecção das camisas, (R$ 600), e o famoso "bicho" (confraternização após o jogo) aos atletas. "Investir na participação de um time não fica por menos de R$ 2 mil", informa Fernando Belato, que coordena e patrocina o Clínica Francana.

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