Esta foi a segunda vez, em pouco mais de dois meses, que Geovana Alves precisou da ajuda dos bombeiros. Em novembro, uma rápida intervenção deles impediu a destruição total da residência em que ela morava junto com o marido Evaldo Luiz Esperidião, 31, e outros dois filhos do casal, de 2 e 3 anos, no Jardim Paulistano. “O meu filho (de 3 anos) colocou fogo no sofá”, disse Geovana.
Os bombeiros evitaram que toda a moradia da família fosse destruída. As chamas atingiram a sala, parte da cozinha e um dos quartos. Geovana afirmou que perdeu quase todas as roupas e precisou mudar para a casa da sogra. A residência, simples, tem quatro cômodos e abriga, com a chegada de Beatriz, oito pessoas.
Beatriz não terá um começo de vida fácil. A única renda da família são os R$ 415 que a avó, Ana Célia, recebe como auxiliar de serviços-gerais em um colégio particular da cidade.
Questionada sobre as dificuldades, Geovana disse que ainda não pensou como vai ser a vida daqui para frente. Só pensou em agradecer os bombeiros por realizarem o parto de Beatriz. “Eles são uns heróis”, disse.
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