Não restam dúvidas de que a professora aposentada Nair Glauce de Menezes Gianecchini gosta de viajar. São mais de 40 países no currículo, tendo entre seus destinos a Patagônia (no Chile e na Argentina) em 2001 e o Leste Europeu em 2007. São tantos lugares que com certeza renderiam várias matérias para o nosso Álbum de Viagem.
Como não podemos falar de todos, escolhemos para esta semana a Península Arábica, visitada por Nair entre 28 de maio e 16 de junho do ano passado. Nair e sua irmã gêmea Nara Aparecida Menezes Bassalo ficaram seis dias conhecendo as belezas e curiosidades de Dubai, nos Emirados Árabes, quatro dias em Mascate (ou Muscat), no Sultanato de Omã, e ainda oito dias em um resort de luxo no arquipélago das Ilhas Maldivas.
Após 14 horas de vôo sem escala pela companhia Emirates, saindo de madrugada de São Paulo, elas chegaram a uma das cidades mais pulsantes no setor de empreendimentos. Dubai, a maior e mais populosa dos Emirados, concentra 30% dos guindastes em uso no planeta e possui obras que desafiam a natureza.
Orientadas por uma guia brasileira, conferiram edificações como o Burj Al Arab (Torre das Arábias), o hotel mais alto e luxuoso do mundo, que foi construído em formato de vela dentro de uma ilha artificial. Aproveitaram para visitar também o ousado Jumeirah Palm Island, condomínio residencial que forma o maior conjunto de ilhas artificiais do mundo. Nair conta que a impressão que se tem é de estar dentro de um resort. “Lá existem praias particulares, casas luxuosas, academias, restaurantes e escolas”, explica a francana. Durante a viagem as francanas passearam de “abra” (uma embarcação típica) pela costa marítima chamada de creek. Além disso se impressionaram com a maior pista artificial de ski que se tem registro, algo considerado impossível para um lugar quente como Dubai.
E por falar em calor, a nossa correspondente relata que o protetor solar é indispensável. Andar pelas ruas da cidade onde nunca chove é uma atividade para se fazer no fim da tarde. “No hotel em que ficamos os funcionários entregam borrifadores individuais de água gelada e toalhas perfumadas quase congeladas para que os hóspedes se refresquem”. Outra recomendação é que, por conta das dificuldades com o idioma árabe, é preciso ter domínio de inglês ou espanhol.
Depois de passar mais quatro dias em Omã, visitando Muscat e Nizwã, as gêmeas foram para Male, nas Maldivas, trecho de escala na única ponte aérea entre Dubai e o Sri Lanka (no Sul da Índia).
O preço total da viagem ficou na casa dos R$ 15 mil, incluindo passagens aéreas pela Emirates, hospedagens no Sheraton Dubai Creek (Dubai), Shangri-la (Muscat) e Makunudu (Ilhas Maldivas), além dos passeios programados. O valor cai pela metade se o turista resolver ficar só em Dubai.
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