Polícia apreende 11 mil CDs e DVDs piratas


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APREENSÃO - Policial civil recolhe mídias piratas na Praça Dom Pedro II, no Centro de Franca, durante operação realizada ontem
APREENSÃO - Policial civil recolhe mídias piratas na Praça Dom Pedro II, no Centro de Franca, durante operação realizada ontem
Seis pessoas presas, duas gravadoras clandestinas e uma loja fechadas, mais de 11 mil CDs e DVDs apreendidos e cinco munições de um fuzil que só pode ser utilizado pelas Forças Armadas recolhidas. Assim terminou a operação da Polícia Civil realizada ontem pela manhã em Franca. Homens dos cinco distritos policiais da cidade e da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) participaram da ação, que tinha o objetivo de prender foragidos da Justiça e combater a pirataria. A operação começou às 6 horas e se estendeu até as 13 horas. Não foram localizados os marginais procurados pela Justiça que estão foragidos. As seis prisões efetuadas foram de homens com dívidas de pensão alimentícia. Como a ofensiva começou no início da manhã, alguns deles foram acordados pelos policiais. Uma equipe da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) focou sua ação no combate à pirataria. Lojas, barracas e locadoras foram fiscalizadas. "Na primeira loja em que entramos, na Avenida Brasil, apreendemos perto de 8 mil CDs piratas", disse o delegado Márcio Murari. A funcionária, sem produtos, teve que fechar as portas. O "rapa" contra a pirataria também chegou à região central, onde os policiais revistaram barracas de camelôs, localizaram e apreenderam outras centenas de DVDs e CDs piratas. Todo o material foi recolhido à sede da DIG. Durante o cumprimento de dois mandados de busca domiciliar, foram encontradas duas gravadoras clandestinas. Ambas tinham capacidade de produzir os produtos piratas em larga escala. A primeira foi descoberta no Jardim São Tomás. No local foram apreendidas matrizes de CDs e dois computadores, que eram utilizados nas gravações de mídias. No Jardim Paulistano, outra gravadora ilegal foi descoberta. De maneira mais organizada, o proprietário do imóvel, além do computador para a reprodução das cópias piratas, possuía uma impressora que era usada para a fabricação das capas dos CDs e DVDs. O produto saía de sua residência pronto para a venda. "Todas as pessoas flagradas cometendo este tipo de crime vão responder a processo de violação dos direitos autorais, que será encaminhado o mais rápido possível ao Fórum", disse o delegado titular da DIG, Adolfo Domingos da Silva Júnior.

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