Bom, eu passo sempre naquele trecho e o que eu acho é que a “culpa” não é da estrada, ou do governo, e sim da imprudência dos próprios motoristas. O local não oferece nenhum perigo para quem trafega em velocidade condizente. Ao invés de gastar R$ 30 milhões do nosso dinheiro, bastaria instalar três radares no local, um no início, um no meio e outro no fim da curva. Com certeza não teríamos mais “tragédias” lá, mas obra dá dinheiro para muito mais gente, não é mesmo!? (O leitor se manifesta sobre Objetiva que abordou a licitação de obras para a "curva da morte", disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br /materia.php?id= 39184)
Ricardo Resende
Franca- SP
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Estradas bem traçadas, bem feitas e conservadas além de bem sinalizadas é o que todos desejamos. Porém, denominar “da morte” a qualquer trecho de rodovia é algo muito simplista. É como se a culpa fosse da curva, da descida, etc. Quando o motorista é cuidadoso, respeita a velocidade indicada, condições de tempo adversas e cuida de seu veículo, não há “curvas da morte”. Basta ver as estatísticas para comprovar que a maioria dos acidentes ocorrem nas retas.
José Antônio da Silva
Franca - SP
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Se todos os motoristas respeitassem o que as placas de sinalização do local pedem, muitos acidentes poderiam ser evitados. O que acontece na verdade – e é disso que derivam os problemas e os acidentes –, é que muitos “soltam” seus veículos para aproveitar a descida e depois custam controlar quando atingem alta velocidade. Isso somente para economizar uma miséria de combustível como se fizesse diferença no final da viagem. Passo muito por lá e sei o que falo.
Leandro César Gióra
Franca - SP
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