Já passei por outras idiotices como essa. Aprendi o alfabeto com todas as letras, incluindo aí o "y", o "w” e o "k”. Não vou me afobar em assimilar essas novas regras. Temos quatro anos de prazo! O Windows vai inserir em breve a nova ortografia, daí... De qualquer forma, vale o desabafo. (O leitor se manifesta sobre texto do colunista Edward de Souza, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=39144).
Juliano Morgado
São Paulo - SP
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Concordo. Essa nova reforma ortográfica para unificar o português do Brasil com o de Portugal é uma tremenda besteira. Não unificará nada pois cada qual continuará falando do seu jeito. No máximo poderá escrever parecido nos livros e na literatura. O povão não vai voltar à escola para reaprender. Se estão tirando alguns acentos diferenciais porque já não aproveitam e tiram todos os acentos, que são tão inúteis quanto os acentos diferenciais? Por que deixam algumas palavras com hífen e outras sem? Tremenda besteira. Ou se faz uma mudança para valer ou se deixa como está.
Hildebrando Pafundi
Santo André - SP
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O pensamento de Edward de Souza, de que as novas alterações da língua portuguesa só atenderão aos interesses dos editores de livros, coincide com o meu. O brasileiro tem mania de considerar errada a maneira de falar do povo sem conhecer a sua história, razão pela qual insinua a todo instante a necessidade de mudanças. Ainda recentemente relacionei em artigo a demonstração que algumas letras de Adoniran Barbosa (Samba do Arnesto) revelavam o modo de falar dos imigrantes italianos e que o uso do gerúndio hoje tão criticado ainda hoje faz sucesso nas letras de Cartola (Alvorada no Morro), Noel Rosa (Pierrô Apaixonado) e Chico Buarque (Amando sobre os Jornais). No país em que o presidente da República admite que não lê, todo mundo quer ser professor.
Carlos Laranjeira
São Paulo - SP
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