A Prefeitura de Franca voltará a realizar obras nas marginais da cidade a partir de fevereiro. Na Avenida Ismael Alonso y Alonso será construída uma ponte para melhorar o fluxo de veículos. Já na Doutor Hélio Palermo um trecho de 150 metros do canal do Córrego dos Bagres será reconstruído com o objetivo de evitar a ocorrência de enchentes. Juntas, as obras vão custar R$ 1,2 milhão.
A ordem de serviço para a construção da ponte já foi dada. Na próxima semana, a empresa vencedora da licitação vai assinar o contrato e terá, a partir de então, 150 dias para concluí-la. O projeto prevê que a obra terá dez metros de largura, duas mãos de direção, perfis metálicos e capa de concreto armado.
Orçada em R$ 179 mil, a ponte ficará sobre o Córrego Cubatão, altura da Rua Nélson Presoto, que passa na lateral do Lanchão e do antigo prédio do Supermercado Compre Bem. Será utilizada como opção de retorno para os motoristas que seguem no sentido Fórum/Agabê e como via de acesso para a região do Bairro São José.
Para a secretária de Urbanismo e Habitação, Valéria Marson, a obra visa a dar conforto aos usuários da avenida. “Após a ponte existente próxima à Uni-Facef, que serve de ligação para a Avenida Sete de Setembro, o próximo retorno está longe. Isso atrapalha os motoristas e faz com que muitos entrem pela contramão”, afirmou.
A previsão é que a construção comece nos primeiros dias de fevereiro.
Outra ponte que deverá ser erguida pela Prefeitura, que ligará a Avenida Alagoas ao Jardim Piratininga e Avenida Santa Cruz, continua nos planos da administração, mas ainda não saiu do papel e não há data para o início do processo licitatório.
CANAL DOS BAGRES
No sábado foi publicado resultado de licitação que selecionará empresa para reconstruir parte do canal do Córrego dos Bagres. O processo está em fase de homologação e a benfeitoria deve começar a ser feita entre o fim de fevereiro e o início de março.
O trecho fica entre as ruas Afonso Pena e Dárcio Fonseca Júnior, na Vila Formosa. Após a assinatura do contrato a firma terá 90 dias para concluir a obra. O custo será de R$ 1,070 milhão e bancado em sua maior parte com recursos do governo federal. A contrapartida do município será de R$ 95 mil.
A administração tem planos para reconstruir o canal até a ponte da Churrascaria Zebu, mas não tem recursos próprios suficientes e tentará firmar nova parceria com o governo federal para viabilizar a obra ainda para este ano.
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