Movimento aumenta nos pesque-pagues


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Quem não dispensa uma pescaria tem buscado outras alternativas durante o período da Piracema (época de desova dos peixes). Como a prática é proibida até o fim de fevereiro, os pesque-pagues se tornam uma boa opção. O aumento no número de clientes chega a 30%. O dono de um destes estabelecimentos, em Cristais Paulista, Marcos Netivieri, 49, afirma que vendia em média cem quilos de peixe por fim de semana antes do período de proibição e vende, agora, 250 quilos. A Piracema também aumentou o número de pescadores em um pesque-pague da cidade de Itirapuã. O proprietário, Fernando Ubiali Jacinto, 47, disse que recebe o dobro de clientes. Mas diz que nem sempre o movimento se reverte em lucros. “A maioria dos visitantes gosta de pescar e devolver o peixe para o lago (pesca esportiva). Poucos comem”.

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