Meu Deus.Tive a oportunidade de ouvir Valéria Freitas Rezende em entrevista à Radio Difusora e podem acreditar: me senti pequena, me senti egoísta diante de tamanha serenidade e tanta sabedoria. E olha que tenho problemas grandes, mas diante da entrevista repensei minha vida e cheguei à conclusão de que ainda me falta muito para chegar no plano em que ela está. Fiquei impressionada com o jeito com que ela fala do marido, uma pessoa pela qual pudesse ter o maior ressentimento do mundo e ainda seria compreensível; mas não! Pelo tom de voz dela esse não é o sentimento. Qualquer pessoa, acho eu, fica pequena perto dela. De uma coisa Valéria pode ter certeza: não ficou viva por acaso. Tem a mão de Deus aí! A partir dessa entrevista muita gente, como eu, se sente envergonhada. Gostaria de ter, pelo menos, um pouco da força dela. Tem todos os motivos do mundo para estar chorando, lamentando, triste e aí, vem e faz justamente o contrário. Para você, Valéria, não existem palavras. Tudo o que eu tentasse lhe dizer seria pouco diante de sua força, serenidade e, principalmente, de sua capacidade de perdoar. Simplesmente, obrigada! Tenho certeza que não sou mais a mesma, depois de ouvi-la. Fique com Deus.
Ana Maria Matos de Andrade
Franca - SP
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