A confusão envolvendo a torcida do Paulistano e jogadores do Franca Basquete em São Paulo, sábado, gerou insatisfação no técnico Hélio Rubens Garcia. No segundo tempo daquele jogo, torcedores cuspiram, xingaram e fizeram provocações aos atletas francanos.
Como o banco de reservas era colado ao local onde ficam os torcedores e não havia proteção, o clima "esquentou" e terminou em muito bate-boca. "Este problema não pode acontecer por causa do regulamento. Cobrei isto do representante, antes de começar o jogo, onde estava o isolamento para a torcida atrás do banco do time visitante. Isto tem em Franca e em qualquer lugar. Ele disse que não tinha problema porque havia seguranças", contou Hélio Rubens ontem.
O próprio treinador descreveu como toda a bagunça começou. "Os torcedores foram de dedo em riste na cabeça de nossos jogadores, xingando, cuspindo, coisa que a gente não pode admitir. Foi um erro da organização do campeonato de não ter as cordas de proteção para a equipe visitante", afirmou.
A confusão originou duas faltas técnicas, uma para cada lado.
A FPB (Federação Paulista de Basquete) não se manifestou ontem oficialmente em seu site sobre esse problema.
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