Associação enfrenta ‘concorrência’ endinheirada


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A tradição de Franca no basquete faz com que a cidade seja referência para jovens atletas que sonham em se destacar na modalidade. Prova disso é o interesse de jogadores profissionais de jogar aqui e a vontade de jovens tentarem fazer escola nas categorias de base. Mas isso esbarra em um problema: para a formação de um garoto é necessária a injeção de recursos, nem sempre disponíveis nos cofres do clube. Na cidade somente a partir da categoria juvenil, mantida pelo Franca Basquete, há o pagamento de salário ou ajuda de custo para os garotos se dedicarem exclusivamente à disputa de campeonatos e treinamentos. As outras seis categorias - todas vinculadas à Aspa - exigem dos jogadores força de vontade, comprometimento e ajuda financeira dos pais ou responsáveis. É por isso que técnicos e a coordenadoria da Aspa precisam se desdobrar para tentar manter suas jovens promessas atuando na cidade. "Trazer garotos mais novos e da região é uma forma de criar um relacionamento com eles. Agora, se houver uma boa proposta, fica difícil segurá-los", disse Carlos Roberto Rodrigues, o Carlão, coordenador da associação. Alguns times chegam a pagar R$ 1,5 mil a cadetes (17 anos). "Tem clube que paga a partir dos 13 anos", afirmou o técnico Nilton César Gonçalves, 31.

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