Família de vítima não acredita em suicídio


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Um familiar de Wagney Luís Moreira Prudêncio, que pediu para não ter o nome divulgado, procurou ontem o Comércio e a Rádio Difusora AM questionando o motivo da morte do serviços gerais. Em entrevista gravada, disse que Wagney não se suicidaria, mesmo estando preso. “Na minha opinião, não foi suicídio. Tenho certeza que ele não cometeria isso, porque ele tinha seis filhos para criar”. O filho mais velho de Wagney tem, segundo ele, nove anos. Os familiares aguardam agora o laudo para ver que atitude vão tomar. O familiar questiona, principalmente, de onde surgiu a corda que teria sido utilizada por Wagney para se matar. “Eu quero saber onde eles arrumaram essa corda. A polícia vai amarrar um suspeito com uma corda, sendo que tem algema?”, perguntou. “Parece que amarraram ele com uma corda (sic). Pode ter sido essa corda.” Outro ponto questionado pelo parente do serviços gerais é referente ao início da ocorrência, quando Wagney foi acusado de incendiar a casa da ex-mulher. “Tem uma testemunha que diz que a casa estava trancada. Não tinha como ele ter entrado na casa para botar fogo. Eles tiveram que arrombá-la para poder apagar o incêndio. Ele não tinha chave, porque não morava com ela”, afirmou. Além disso, o parente disse que o serviços gerais chegou a ser atropelado pelos irmãos da ex-mulher e que, apesar de ter sido agredido, somente ele foi parar na delegacia. “Prenderam ele e nenhuma das pessoas que o agrediram foi para o Plantão”.

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