Para prefeito, obra será a sua maior conquista


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Nascido em Franca, Hugo César Lourenço, 60, se mudou para Rifaina em 1967, quando o pai adquiriu um posto de combustíveis. Comerciante, ele aceitou o convite para disputar as eleições de 2004 pelo PMDB. Foi sua primeira experiência na política. Eleito prefeito, assumiu uma cidade afundada em dívidas. A experiência nos negócios o levou a tirar Rifaina do “buraco”. O trabalho foi reconhecido pela população, que nas últimas eleições o reconduziu ao posto com quase 70% dos votos. Ele tomou posse para mais quatro anos de mandato na quinta-feira. O anúncio de que em fevereiro serão iniciadas as obras para acabar com a curva da morte é considerado por ele sua maior conquista. Comércio da Franca - Como o senhor avalia o trabalho realizado para colocar um fim na temida “curva da morte”? Hugo Lourenço - Ao longo de quatro anos, entreguei 29 obras. Se em todo meu mandato eu tivesse realizado apenas essa obra, dando fim a curva da morte, eu já estaria satisfeito, com a consciência tranqüila como se tivesse feito a melhor administração de Rifaina. Avalio como altamente gratificante os anos de lutas, reuniões, viagens, debates. Comércio - O projeto proposto, atende às reivindicações feitas ao longo dos últimos anos? Lourenço - A nossa reivindicação era para amenizar a curva. O José Serra (governador do Estado) queria algo melhor e mandou duplicar quase quatro quilômetros. Foi melhor do que esperávamos. Comércio - Por que serão construídos três viadutos? Lourenço - O maior viaduto, de 380 metros, entre o início da curva e o seu final, já estava previsto. Os outros dois serão construídos por causa das erosões em alguns trechos ao longo da rodovia. Seria mais seguro construi-los do que retirar terra.

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