Concordo que um pivô estrangeiro cause mais impacto e traga melhores resultados, mas a questão é que o time não tem nenhum pivô “5”, apenas pivôs “4”, e o Felipe, que está mais pra “3” do que para “4”. É sabido que uma equipe de basquete tem cinco jogadores e que é essencial o revezamento em cada posição. Sendo assim, um elenco deve ter dez profissionais e mais dois juvenis, como manda a praxe. Dois armadores ou posição “1” (Helinho, Matheus e Zezinho), dois ala-armadores ou posição “2” (Guilherme e Cauê), dois alas ou posição “3” (Márcio, Rogério e Felipe), dois alas-pivôs ou posição “4” (Deivisson e Drudi) e dois pivôs ou posição “5” (sem jogadores). Diante disso, acho que não basta apenas um pivô “5” mas sim dois, para que o time abandone os improvisos e sacrifícios de alguns jogadores, que em suas posições originais passariam a render mais.
Renato Rosa de Faria
Franca - SP
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