Esta matéria me chamou a atenção. E tudo o que digo aqui é por experiência própria. Em passado não muito distante eu estava nesta linha de pobreza. Sabe por quê? Porque meu marido ganhava pouco e o pouco que tinha gastava em botecos. Do que ganhava, pagava o aluguel e moía o resto em botecos. Chegava em casa bêbado e exigia relações sexuais. Se dizia que não, começava o xingamento e as insinuações de que “não queria porque eu tinha outro homem”. Se não tinha dinheiro para pílula, lá vinha outra gravidez. Eu tive quatro. Mais que um é excesso neste mundo. Agora, o secretário da Saúde vem dizer que os cursos de geração de renda estão fazendo diferença e reduzindo a pobreza? Mentira. O que está fazendo diferença é a Lei Maria da Penha! Será que o secretário sabe mais do que eu?
Sofia
Franca - SP
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Franca tem que crescer economicamente mas não basta só isso. Tem também que investir em Educação, Saúde, mão-de-obra qualificada e ensejar caminhos melhores para a distribuição de renda. Quando aqui chegaram Carrefour e Wal Mart, não encontraram trabalhadores qualificados para a construção de suas sedes e tiveram que buscar mão-de-obra fora. A cidade também precisa buscar novas vocações e não depender somente do setor calçadista, da confecção de lingeries e do comércio. Falta um setor de alta tecnologia. Atrás de empresas de ponta virão outras empresas de ponta.
Mateus Menezes do Nascimento
Franca - SP
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