A cerimônia de posse em Franca, realizada na manhã de ontem, foi marcada por uma série de falhas e algumas quebras de protocolo. A começar pelos 40 minutos de atraso para o início do evento. Nomes pronunciados errados, trocas de títulos de tratamento e cochilos de autoridades durante os discursos foram apenas algumas das ocorrências.
Quando os vereadores eram chamados para assinar o termo de posse, a disposição da mesa central os obrigava a ficar de costas para o público e para os fotógrafos e câmeras, que tinham de se virar para registrar o ato.
Marcelo Valim (PSDB), responsável por fazer a chamada dos vereadores, protagonizou algumas confusões. Ao chamar Vanderlei Martins Tristão (PTB), o “Tico”, o tucano se atrapalhou e disparou: “Vereador Vanderlei Martins, o Tristão”. Arrancou risos. Depois, trocou o sobrenome Matthes, do bispo emérito da Diocese de Franca, dom Diógenes da Silva, por “Matheus”.
Mas o alvo principal de Valim foi Paulo Zamikhowsky. Em pelo menos três ocasiões, o tucano o chamou de Zami(s)khowsky(s). Mais tarde, o também peessebista Valter Gomes erraria no nome do colega.
Zamikhowsky levou na esportiva. Sorriu, discretamente, a cada pronúncia incorreta. “Estou acostumado. Conversarei com os colegas para ensinar a pronúncia certa, mas sei que não posso exigir que ninguém acerte”.
Ainda durante a chamada, houve muita correria de uma assessora da Câmara. Como só havia um microfone sem fio (o outro com fio ficou na mesa de honra), a moça teve de se desdobrar para levá-lo a todos os vereadores.
Depois, quando o prefeito Sidnei Rocha (PSDB) foi fazer seu juramento, ao dizer o protocolar “eu prometo”, o microfone não funcionou. Ele mexeu na chave “liga e desliga” e tentou de novo, mas não saiu som. O prefeito, então, desistiu e fez a declaração sem o aparelho mesmo.
Depois do tucano, a falha se repetiu com o vice-prefeito Ary Balieiro (PTB). Graciela Ambrósio, rapidamente, cedeu a ele o microfone que usava. Enquanto isso, Sidnei examinava o aparelho com defeito e balançava negativamente a cabeça.
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