Prezado Edward de Souza. Confesso-lhe que sua mensagem tocou-me profundamente (leia em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=38471). Permita-me citar umas das frases de seu artigo que li e reli várias vezes: “Sentir o presente do dia-a-dia, o brinde da existência, que borbulha na taça da alma de quem se permite ser”. Magnífica. É tão nobre, espiritualmente falando, que daria para escrever um livro de incontáveis páginas. Ganha o jornal, ganhamos todos nós leitores com a luminosidade dessas palavras de inspiração poética e de muita sensibilidade indispensáveis nesta época difícil que atravessamos.
Valentim Miron
Franca - SP
*****
Nas férias de dezembro reuníamos pais, avós, tios, primos e era uma verdadeira festa na hora da ceia de Natal. Naquela época, acreditávamos em Papai Noel! Colocávamos nossas meias bem visíveis (as cartinhas de pedidos já haviam sido enviadas a Noel) e íamos dormir ansiosos pela chegada da manhã para abrir os presentes. Era uma época mágica. O Natal não era somente comércio, era confraternização, amor e festas pela comemoração de aniversário do menino Jesus! Como escreveu o colunista, o Natal dos dias atuais é totalmente o oposto.
Estevam César Figueiredo
Ituiutaba - MG
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.