Vizinhos não oferecem pistas à polícia


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O grande movimento de policiais civis e militares, que chegaram em quatro via-turas, e de repórteres chamou a atenção da vizinhança e logo uma pequena multidão se formou na porta da residência de Alexandre. Até crianças espreitavam pelas grades da casa para ver a cena do crime e tinham que ser contidas por policiais. Apesar disso, nenhum vizinho soube dar qualquer informação que ajudasse a polícia. Não teriam ouvido tiros, discussão ou movimento de veículos naquele horário. Os investigadores não descartam retornar ao local ainda hoje para tentar levantar novas informações, já que a arma supostamente usada era de grosso calibre (9mm) e seus estampidos podem ser ouvidos à distância. A rua é movimentada e o casal morava naquele endereço havia aproximadamente um ano, depois que a mulher engravidou e decidiu morar perto dos pais, que residem a cerca de 40 metros. A falta de testemunhas que tenham escutado ou visto o tiroteio abre a possibilidade, segundo os policiais, de que o assassino era conhecido da vítima, que pode ter sido atendido após chamar Alexandre. Além disso, a polícia acredita que a ação tenha sido muito rápida. Nada foi levado da casa e o videogame que o comerciante jogava ainda estava ligado quando a polícia chegou.

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