Balcão na Ouvidor Freire: 34 anos de história


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Quando parar de funcionar, na quarta feira, o balcão de anúncios da Rua Ouvidor Freire vai encerrar um capítulo da história da imprensa de Franca. São 34 anos no mesmo lugar. Em 1974, os anúncios eram poucos. Apenas uma porta de entrada, um balcão velho e um atendente. Com o passar dos anos e mudanças de planos econômicos, o crescimento na procura pela compra e venda foi inevitável. Mas foi no fim dos anos 80, que o balcão se tornou forte. “A insistência do ‘Seu Corrêa’ em fazer as pessoas lerem o jornal, foi fundamental para o crescimento dos Classificados”, diz Sidnei Ribeiro, hoje editor do Caderno Brasil, referindo-se ao jornalista Corrêa Neves, morto em 2005. Foi Corrêa Neves quem, em uma iniciativa pioneira, lançou o balcão de classificados, na sede da Rua Ouvidor Freire, em meados dos anos 70. Nos anos 90, o Comércio já com caderno exclusivo de compra e venda, fez o balcão se consolidar como principal ponto de anúncio. O lugar apertado foi aumentado na primeira grande reforma, em 1995. Outra reformulação aconteceu em 2005, para atender o número cada vez maior de anunciantes. Em dias de pico, mais de 500 pessoas chegam a ser atendidas no local. No fim de 2006, o primeiro balcão de anúncios deixou de ser exclusivo. Uma nova experiência foi a abertura de um novo ponto. Ainda no centro, na Rua Estevão Leão Bourroul, na antiga sede da rádio Difusora. Com a mudança da rádio e do jornal para a nova sede, no Jardim Ângela Rosa, um novo balcão foi criado. Maior, moderno e com estacionamento próprio. Visando novos desafios, o Grupo Corrêa Neves de Comunicação investiu pesado e em longa negociação conseguiu outro ponto na Avenida Moacir Viera Coelho, 3962, próximo ao Parque Vicente Leporace. As mudanças não devem parar com a inauguração do novo balcão, na Rua Padre Anchieta. “Agente permanece com os nossos balcões aqui, no Ângela Rosa, e no Leporace. Mas nas primeiras se-manas do ano teremos outras novidades como a multiplicação dos balcões por cidades da região e outras estratégias”, disse Corrêa Neves Júnior.

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