Haja champanhe e água de coco para comemorar a chegada à Ilha de Comandatuba. São pouco mais de 16 horas e estamos em um dos maiores resorts da América Latina, após duas horas de vôo de São Paulo até Ilhéus, uma hora de ônibus e alguns minutos de balsa. A tarde de quinta-feira, embora nublada, está quente e festiva. O grupo Gueto Bahia, animado pelas dançarinas Natami e Márcia, entoa canções e recepciona do píer, ao lado do Bar do Canal, mais uma trupe que chega para conhecer ou revisitar as delícias do paraíso perdido no litoral baiano. A convite do hotel, eu, Rodolfo Tiengo, e Marcos Limonti, estamos aqui anotando e clicando cada detalhe.
Vizinha ao povoado de mesmo nome e pertencente ao município de Una, sob jurisdição de Ilhéus (terra de Jorge Amado), a ilha é uma antiga fazenda de plantação de cocos que já foi cenário de novelas globais e é lembrada por suas belezas naturais, culinária e opções desportivas. Os mais velhos devem recordar-se da novela Renascer e da lua-de-mel protagonizada por Antônio Fagundes e Adriana Esteves em meio aos 25 mil coqueiros espalhados por mais de 2 milhões de metros quadrados de área natural e 21 quilômetros de praia.
A estrutura do Hotel Transamérica, prestes a completar 20 anos, está intacta, como se acabasse de ter sido inaugurada. Evidência disso é o imponente leão talhado em madeira desde sempre ao centro do saguão do hotel. A peça chama a atenção de qualquer hóspede e pede sempre uma pausa para fotos.
Atualmente sob a direção de Thomas Rumpert - experiente executivo no setor de hotelaria -, o resort da rede Transamérica transformou-se num dos principais roteiros de pesca do mundo e integra o itinerário obrigatório de golfistas nacionais e internacionais, com o melhor campo de golfe do Brasil em 2003, segundo a revista Golf Digest. Pois acreditem: tem gente que vai só para passar tardes inteiras jogando nos 18 buracos espalhados por 220 mil metros quadrados de grama. Pela tranqüilidade e clima, Comandatuba é o lugar ideal para a família. Uma dica é ficar hospedado nos bangalôs, que geralmente proporcionam maior privacidade. Mas não perde nada em conforto quem fica nos apartamentos do hotel.
[FOTO2]
Estar nesse cenário que todo mundo pediu aos céus, com direito a cafés-da-manhã, almoços e jantares temáticos, custa de R$ 765 a R$ 4.085 (diária por quarto), em baixa temporada, e de R$ 1.136 a R$ 14.528, no Natal e Réveillon. As opções mais em conta, mas tão elegantes e equipadas quanto as mais caras, são os bangalôs superiores e os apartamentos superiores. Já para quem está disposto a pagar um pouco mais, recomendam-se os apartamentos luxo, os três bangalôs suíte, além de um bangalô sênior e dois bangalôs master. Com as recentes reformas, todos os apartamentos têm TV LCD, ar-condicionado e camas king size.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.