Apesar da previsão de retomada em 5 de janeiro para boa parte das indústrias calçadistas, o consultor em calçados Zdenek Pracuch acredita que muitas fábricas não terão o que produzir no início do ano que vem e os sapateiros terão mais folga que o planejado.
Questionado no início da semana sobre a crise financeira mundial, Pracuch não mostrou otimismo em relação ao setor. “A situação aparentemente está sob controle, mas infelizmente isso é uma ilusão. Vamos ver quantas fábricas vão reabrir, de fato, depois das férias”.
Pracuch garante que se preocupa com o cancelamento de pedidos.
“Assisti em Nova Serrana (MG) um fabricante quase ter um enfarte quando teve cancelado um pedido de 15 mil pares por uma cadeia de lojas”.
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