Cara Ana Maria (Matos de Andrade, que teve opinião publicada em Cartas, disponível para leitura em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=37861). A senhora por acaso acha que a filha dessa senhora entrou no mundo das drogas por esporte? (Leia a matéria que deu origem ao debate em http://www.comerciodafranca. com.br/materia.php?id=37409). É muito cômodo culpar os outros. Você acha que seu ente querido usava drogas sozinho? Você acha que ele não convenceu algum amigo a entrar na ‘viagem’? Os traficantes que contratam as “mulas” correm atrás de pessoas humildes e com dificuldades financeiras oferecendo quantias que dificilmente se ganharia em muitos meses de trabalho. As vítimas ficam seduzidas e acabam por aceitar o ‘serviço’. O medo de ser pego fica pequeno diante da necessidade financeira. A senhora é feliz em ter condições de pagar R$ 4 mil para recuperar seu parente. Pobres daqueles que dependem do Estado para tentar recuperar alguém. A senhora deveria olhar mais à sua volta. Coloque-se no lugar dessa mãe que quer ver a filha. Com certeza, ela desejou um futuro muito diferente para ela. Procure sentir o sofrimento dela e mudará sua opinião.
Alexandre Antônio Silva Stefani
Franca - SP
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Concordo plenamente com o leitor Alexandre Antônio. Ninguém é obrigado a consumir, ingerir ou usar qualquer tipo de droga quando tem informação. Com certeza, R$ 4 mil seriam mais que suficientes para garantir informação adequada ao ente querido da leitora Ana Maria.
Paulo César Barbosa de Souza
Franca - SP
Eu tive o prazer de conhecer a mãe que quer ir à África e fico triste porque ela está sendo julgada por causa de seu desejo de ver a filha. Quem nunca errou na vida? A dela é mais uma família prejudicada pelas drogas. O mundo está perdido por causa de pessoas que não têm amor no coração. Acho que as pessoas devem colaborar sim, para que a viagem dela se torne possível.
Thalles Henrique
Franca - SP
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